Crepe a Domicílio no Rio Pequeno. A palavra Crepe, de origem francesa, quer dizer crespo, uma referência bem propícia à textura da massa após frita em frigideira ou chapa de metal, sempre untadas com manteiga.

Originalmente esse alimento era feito sobre uma chapa de metal, sendo que a receita doce levava farinha de trigo integral, ovos, leite, água, açúcar e baunilha. A salgada, também chamada de “galette”, tinha trigo sarraceno, água e sal.

Com o passar do tempo, novos ingredientes passaram a acompanhar os Crepes, doces ou salgados, simples ou sofisticados, em diferentes localidades.

Crepe a Domicílio no Rio Pequeno

Os franceses tem diversas histórias ligadas aos Crepes, cuja forma e composição resistem até hoje. Em torno delas existem superstições que animam as noites frias em que costumam ser servidos. Uma delas é levar cada convidado a preparar o seu, formulando um desejo antes de jogar o crepe para o ar. Se cair aberto e do lado certo, o desejo será imediatamente atendido. Caso contrário, só poderá voltar a ser formulado no inverno seguinte. Outra é tentar jogá-lo para o ar, segurando a frigideira apenas com uma das mãos, mantendo a outra ocupada com uma moeda de ouro. Se cair certinho, serão garantidas ao felizardo equilibrista melhores oportunidades e riqueza.

Essas superstições têm origem na Idade Média. Em muitas regiões os camponeses tinham o costume de deixar um crepe aberto na cozinha para atrair sorte e afastar o fantasma da fome. É que os crepes, pelo seu formato e cor, lembravam as moedas de ouro usadas na época, os famosos “luíses”, cuja denominação se referia aos diversos reis com o nome “Luís” que a França conheceu. Não tendo um “luís” real, tinham o crepe.

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